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Radiofrequência como tratamento para atrofia urogenital
Radiofrequência como tratamento para atrofia urogenital

A atrofia urogenital é uma condição que afeta principalmente as mulheres após a menopausa. No entanto, outras situações também podem determinar o ressecamento da vulva e vagina, como por exemplo o puerpério, uso prolongado de anticoncepcionais, e tratamento de câncer (mama,útero, intestino).  A atrofia determina a perda da elasticidade, causando ardência, irritação da vagina, sintomas urinários e diminuição da lubrificação vaginal, podendo determinar alguma dificuldade sexual. 

O surgimento de novas tecnologias traz uma possibilidade de tratamento eficaz, sem a necessidade do uso continuado de cremes vaginais. Entre as tecnologias mais utilizadas no tratamento da atrofia estão a radiofrequência fracionada e o laser, que através do calor, promovem remodelação do colágeno, produção de elastina e aumento da vascularização. 

Existem dois tipos de radiofrequência: ablativa (que atua através de microperfurações na mucosa ou na pele) e a não ablativa (que distribui o calor através da superfície sem perfurar a pele ou mucosa). O tratamento com a radiofrequência não ablativa é indolor, causando apenas a sensação de aquecimento. Na vulva, pode ser utilizada para doenças vulvares, como o líquen e, também, no tratamento da flacidez vulvar. 

Converse com o seu ginecologista, ou se preferir, agende uma consuta pelo telefone: 51 9959.08777

 

As referências científicas podem ser consultadas nos links abaixo:

-Caruth JC. Evaluation of the Safety and Efficacy of a Novel  Radiofrequency Device for Vaginal Treatment. Surg Technol Int. 2018;32:145-9. clique aqui

- Shelena Lalji 1, Paula Lozanova. Evaluation of the safety and efficacy of a monopolar nonablative radiofrequency device for the improvement of vulvo-vaginal laxity and urinary incontinence. 2017 Jun;16(2):230-234. doi: 10.1111/jocd.12348. Epub 2017 May 29. Clique aqui